Viagem sem filhos é sonho de consumo dos pais, mostra pesquisa - Cabeça de Criança
  • Viagem sem filhos é sonho de consumo dos pais, mostra pesquisa

    Imagem de Timo Stern por Unsplash

    Antes da pandemia, os pais se queixavam que não conseguiam passar tempo o suficiente com os filhos. Agora, esse cenário mudou: pesquisa indica que uma viagem sem filhos é sonho de consumo dos pais.

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    Por conta da pandemia, a rotina dos pais mudou drasticamente. Agora, além do trabalho em home office, os pais tiveram que dar conta da casa e dos filhos 24 horas, 7 dias por semana.

    Por conta disso, o site de reservas de hospedagem Hoteis.com realizou uma pesquisa que revelou que quase metade dos entrevistados faria uma viagem sem os filhos, se pudessem.

    Eles ouviram 522 pessoas acima de 20 anos de idade, de todas as classes sociais e de diversas partes do país, e que tenham uma criança ou mais com menos de 10 anos de idade, entre os dias 9 e 18 de setembro.

    Do total, 43% dos entrevistados afirmaram que se pudessem escolher uma atividade só para eles mesmos, sem terem que pensar em mais ninguém, inclusive os filhos, gostariam de viajar com amigos depois da quarentena. Outros 30% responderam que gostariam de uma viagem “a sós”.

    Quando perguntados se abririam mão de viajar com seus seus filhos depois da quarentena, 43% dos entrevistados disseram que com certeza ou provavelmente não abririam mão da companhia de suas crianças, enquanto que 38% afirmaram que com certeza ou provavelmente topariam viajar só os dois, sem os pequenos por perto. 19% não souberam responder.

    Embora 58% tenham indicado que teriam saudades se fossem viajar sem os filhos, 35% revelaram que sentiriam culpa, e 20% que não viajam sem os filhos por falta de ter com quem deixá-los.

    Entre os pais e mães que com certeza não ou provavelmente não viajariam sem os filhos depois da quarentena, quando perguntados sobre o que os faria mudar de ideia, 39% responderam que nada os levaria mudar de ideia, mas aproximadamente um em cada quatro (26%) reconsiderariam se tivessem certeza de que seus filhos ficariam bem sem eles.

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